Cuiaba (Ma), 13 de novembro de 2019 - 14:04

Geral

MOSQUITO DA MORTE 16/07/2019 08:52

Dengue já matou mais de 440 pessoas este ano e Cuiabá está em risco de epidemia

Mosquito Aedes Aegypti é o vetor dos vírus da Dengue, Zika e Chikungunya e outras doenças com elevada taxa de mortalidade (Foto:Arq.Web/Reprodução)

Da Redação

Com Estadão

A dengue causou a morte de 443 pessoas este ano, até o dia 30 de junho, em todo o País, segundo dados divulgados pelo Ministério da Saúde. O número é 233% maior que as 133 mortes registradas no mesmo período de 2018. Foram registrados 1.281.759 casos de dengue no país, ante 183.829 casos em período igual do ano passado - alta de 584%, segundo a pasta.

Em Mato Grosso, uma das cidades com maior risco de epidemia é Cuiabá. Na capital, segundo o Ministério da Saúde, há risco de aumento de doenças como dengue, zika e chikungunya, causadas pelo Aedes aegypti. O problema está relacionado à falhas no sistema de controle de endemias e da falta de colaboração da população para combater os focos e reduzir os nascedouros do mosquito.

Em Mato Grosso ainda há outras cidades, além de Cuiabá, com um nível de infestação do Aedes Aegypti considerado de alto risco: Alto Paraguai, Araputanga Aripuanã, Barra do Bugres, Cáceres, Canarana, Cláudia,  Diamantino, Guiratinga, Ipiranga do Norte, Itanhangá, Marcelândia, Nobres, Nortelândia, Nossa Senhora do Livramento, Poxoréu, Querência, Rondolândia, Rosário Oeste, Santa Cruz do Xingu, Santo Antônio de Leverger, Sinop, Tabaporã, Tangará da Serra, Tapurah e Várzea Grande.

A região Sudeste apresenta o maior índice epidêmico, com 1.040 casos por 100 mil habitantes, seguida pelo Centro-Oeste, com 1.038 casos a cada 100 mil pessoas. Os Estados de Minas Gerais (2.034 por 100 mil), Goiás (1.395/100 mil) e Mato Grosso do Sul (1.267/100 mil) destacam-se pela maior incidência de infectados. São Paulo tem 902 casos a cada 100 mil habitantes. A doença é transmitida pelo mosquito Aedes aegypti.

Chikungunya

Até 30 de junho, este ano, foram registrados 79.788 casos de chikungunya, doença também transmitida pelo Aedes, em todo o país. No mesmo período do ano passado, foram 68.524 - aumento de 16,4%. A região Sudeste apresenta incidência mais elevada, de 70,6 casos a cada 100 mil habitantes - no Rio de Janeiro, a proporção é de 330 casos por 100 mil pessoas.

De janeiro ao fim de junho, este ano, a doença causou a morte de 21 pessoas - 19 no Rio de Janeiro, 1 na Bahia e 1 no Distrito Federal. Também foram registrados, até 15 de junho deste ano, 7.705 casos prováveis de zika no país - em 2018, no mesmo período, eram 5.601. Neste ano, não foram confirmados óbitos por zika.


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