Cuiaba (MT), 26 de outubro de 2020 - 06:19

Geral

NOTA DE ESCLARECIMENTO 14/09/2020 14:46 REDAÇÃO

Acomac-MT esclarece sobre o comércio varejistas

Por fim, importante frisar que é de suma relevância que toda a cadeia produtiva esteja engajada no comprometimento em respeito as normas vigentes para que não haja prejuízo aos consumidores.

ASSOCIAÇÃO DOS COMERCIANTES DE MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO DO ESTADO DE MATO GROSSO-ACOMAC/MT, entidade de direito privado , sem fins lucrativos que visa um bem comum em prol do bem estar, do social, da cultura, política, filantropia ou realização de processos produtivos de bens e/ou serviços coletivos, com CNPJ nº 03.678.319/0001-69, com sede a Avenida Carmindo de Campos, nº 146, bairro Jardim Petrópolis, Cuiabá/MT, neste ato representado pelo presidente Paulo Esteves e o SINDICATO DO COMÉRCIO VAREJISTA DE MATERIAL DE CONSTRUÇÃO, LOUÇAS, TINTAS, VIDRAÇARIA, FERRAGENS, ELETRICA E HIDRAULICAS DO ESTADO DE MATO GROSSO- SINDCOMAC/MT, entidade sindical patronal, inscrita no CNPJ nº09.228.761/0001-70, com sede a Avenida Carmindo de Campos, nº 146, bairro Jardim Petrópolis, Cuiabá/MT, neste ato representado pelo presidente José Wenceslau de Souza Junior, vem perante Vossa Senhoria informar a justificativa e esclarecer os fatos a seguir narrados.

As entidades acima citadas, representam a nível estadual as empresas do comércio do segmento de material de Construção, louças, tintas, vidraçaria, ferragens, elétricas e hidráulicas no Estado de Mato Grosso, conforme estatuto.

Desse modo, em virtude da categoria em que representa, os seus associados possuem por atividade principal o comércio varejista de material de construção, louças, tintas, vidraçaria, ferragens, elétricas e hidráulicas. Conforme estatutos das representantes, elas tem por finalidade “promovem a harmonia no relacionamento com parceiros, fornecedores, autoridades, informações que busque resultados, e a sociedade em geral”, como bem revela o Estatuto da ACOMAC/MT e reforçado pelo Estatuto do SINDCOMAC/MT: “Representar perante autoridades administrativas e judiciarias os interesses gerais da categoria.”

Primeiramente, é importante ressaltar que o mercado é livre e competitivo em todos os segmentos, cabendo em cada relação: da distribuidora ao posto revendedor, repassar ou não os maiores custos ao consumidor. Todavia, entende-se ser de fundamental relevância esclarecer a realidade dos fatos para que o revendedor varejista, parte mais visível da cadeia, não seja responsabilizado exclusivamente por elevações de preços ocorridos em etapas anteriores.

À vista disso, passamos a explanar os motivos ensejadores no tocante ao aumento de preços nos tijolos, cimento e aço, com argumentos fidedignos. Pois bem. O aumento dos referidos itens tem sido alvo de inúmeras discussões sociais, assim, as entidades supracitadas esclarecem que este aumento não é de responsabilidade dos Associados e Sindicalizados, visto que, em que pese o aumento repassado ao consumidor final, tal fato se deve pelas atualizações feita, à priori, pelo setor industrial, e não varejista.

Neste contexto, as indústrias vêm sofrendo forte pressão na medida em que busca a recuperação da crise econômica, sobretudo a decorrente da pandemia causada pela Covid-19. Isso porque, é de conhecimento de todos os impactos negativos no regular exercício das atividades econômica, em virtude que muitos setores tiveram suas atividades interrompidas, com consequente diminuição do seu poder econômico.

Sendo assim, o propósito perseguido diante do atual cenário é o de regularização do processo de produção que foi perdido pelos prejuízos causados pelo período pandêmico, bem como as perdas que se perfez ao longo dos anos no que diz respeito aos custos de produção no frete, sacaria, combustíveis e energia elétrica, principalmente.
Diante da atual conjuntura, para melhor elucidar o caso em tela, a Associação dos Comerciantes de Materiais de Construção do Estado de Mato GrossoACOMAC/MT, elaborou um estudo sobre os percentuais de reajustes que se perfizeram ao longo do tempo.

Isto posto, conclui-se que o aumento no preço dos itens em pauta, teve sua origem na matéria do produto industrializado, ou seja, o aumento não se deu por deliberação do comércio. Desse modo, resta claro que se trata de repasse de custos e não de aumento injustificável e indiscriminado que, por muito vem sendo alegado.
Além disso, necessário se faz pontuar no caso em questão que os comerciantes podem estar sendo vítimas de especulações externas, contudo, apenas e tão somente repassam os novos custos à sua clientela, como em qualquer prática comercial costumeira.

Por fim, importante frisar que é de suma relevância que toda a cadeia produtiva esteja engajada no comprometimento em respeito as normas vigentes para que não haja prejuízo aos consumidores.

Portanto, em cumprimento a finalidade desta Associação e Sindicato, informamos que estamos atentos aos aumento/oscilações de preços dos produtos oferecidos pelos associados e sindicalizados, inclusive, estão sendo realizadas orientações para evitar que tal fato ocorra de maneira injustificável e indiscriminada.
Com os devidos agradecimentos, estas entidades representativas que subscrevem a presente nota, permanecem à disposição para trabalharmos juntos com vista para o bem comum.
Atenciosamente,
Paulo Esteves – presidente da Acomac/MT
José Wenceslau de Souza Júnior - presidente Sindcomac/MT


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